Você está descendo a rua preocupado porque está indo conhecer alguém e está atrasado.

Você está ansioso pois não sabe o que eles vão pensar sobre você. Você passa por algumas pessoas e, mesmo sem perceber, está preocupado sobre o que elas acham de você.

Você está preocupado sobre algumas coisas no trabalho e tudo aquilo que você tem na sua vida pessoal (impostos, contas, filhos). Você tem essa sensação de que deveria estar fazendo mais, fazendo outra coisa. O tempo todo.

Se preocupa sobre sua aparência, sobre como é percebido, como se sairá, onde vai falhar, sobre o tanto de coisa que tem pra fazer, sobre o que você não tem, sobre o que você está deixando passar, sobre como se compara aos outros.

Não se preocupe, você não está sozinho. Todos nós nos preocupamos sobre essas coisas.

O ponto é o seguinte: em todos esses casos, você vai ficar bem. A vida vai se sair muito bem.

Nós estamos sempre preocupados sobre o que pode dar errado, sobre as coisas ruins que podem acontecer com a gente e por aí vai. Focamos apenas nas coisas ruins que podem acontecer.

O que pode dar errado é apenas algumas das possibilidades em meio a milhares, é bem improvável que elas aconteçam.

E mesmo que elas aconteçam (vamos dizer que alguém fale mal de você), isso raramente significa algo desastroso nas nossas vidas.

Mesmo que algo de ruim aconteça, você vai ficar bem.

Imagine as coisas que você tem se preocupado nos últimos anos: a maioria é coisa pequena. E na maioria esmagadora dos casos, você se saiu bem. A vida não entrou em colapso.

Se você começar a construir confiança de que você vai ficar bem, você pode abrir mão das preocupações (quando começar a notá-las). E vai começar a se sentir bem, ao invés de ser consumido por preocupações e ansiedade o tempo todo.

Você vai caminhar pela rua relaxado e com um sorriso no rosto.

Nota do editor: Texto retirado do blog Zen Habits, escrito por Leo Babauta e traduzido por Aécio Neto.